Estreia da Semana: “Conan, o Bárbaro”

Depois das críticas negativas e do flop na primeira semana de estreia na América, cresceu a expectativa em perceber o que o remake de “Conan” tinha de tão errado.

Para quem é fã da banda desenhada, que foi criada por Robert E. Howard em 1932, sabe de antemão que Conan é uma personagem rude, bruta, mas também um líder nato, de uma fieldade extrema. Um guerreiro que leva uma vida de ladrão, pirata, e mais tarde, de Rei da Ciméria.

O primeiro filme, “Conan e os Bárbaros” (1982), catapultou o ator austríaco Arnold Schwarzenegger para Hollywood. Exercício competente de entretenimento, foi seguido por um menos conseguido “Conan, o Destruidor” (1984). Poderia ter havido um terceiro filme, mas as habituais “divergências criativas” e de agenda cancelaram o projecto. Quase 30 anos depois, temos Jason Momoa no papel do gigante.

O ator havaiano surgiu em “Stargate: Atlantis” e deu boas indicações no papel de Kahl Drogo, na série televisiva “Game of Thrones”. No papel de Kahl Drogo vemo-lo musculado, de poucas falas, como líder de um grupo de bárbaros nómadas. Uma personagem que não está assim tão longe do Conan. Já vimos que Momoa tem músculo, e que as lutas sangrentas, as conquistas volutuosas e as grandes cenas de pancada estarão na obra de Marcus Nispel, que se estreia hoje nos cinemas nacionais.

Agora só falta saber se o ainda algo desconhecido Momoa tem aqui a oportunidade que Arnold Schwarzenegger não desperdiçou, há quase três décadas atrás.

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